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Alunos dos polos de Cururupu, Matinha e Palmeirândia realizam atividades práticas no Campus Maracanã

  • Romulo Gomes
  • publicado 14/01/2020 20h12
  • última modificação 14/01/2020 20h26

Professor Cutrim Júnior demonstra como administrar medicação em animais

Nos dias 10 e 11 de janeiro, foi a vez de alunos e alunas dos municípios polos de Cururupu, Matinha e Palmeirândia experimentarem dois dias de atividades práticas no Instituto Federal do Maranhão (IFMA) – Campus Maracanã. Os estudantes do curso técnico em Agropecuária, na modalidade a distância (EaD), fizeram uma visita técnica às diversas unidades educacionais de produção animal e vegetal. Desde o início do curso, que tem duração de dois anos, são ministradas aulas presenciais nos polos, mas a expectativa é grande para o momento de conhecer a instituição da qual fazem parte.

“Vocês têm acesso ao conhecimento nas aulas presenciais, nas palestras, oficinas, estudos de grupos, que temos promovido para que o curso seja o melhor possível, apesar das dificuldades orçamentárias, que nos limitam de estar mais tempo com vocês no polo. Essa visita técnica é uma ação que estava prevista, para que pudessem vir ao campus, que é de vocês também”, enfatizou a diretora geral do Campus Maracanã, Lucimeire Amorim Castro, ao dar boas vindas às turmas.

O curso de Agropecuária passou a ser ofertado na modalidade a distância desde 2008, por meio de um programa chamado eTec Brasil. A partir de 2018, a Direção Geral do campus decidiu institucionalizar o curso, implantando-o em 18 municípios polos, com 1800 alunos matriculados, nas mesmas condições dos alunos presenciais. Por isso, em sua fala, Lucimeire fez questão de dizer que os alunos da EaD “são alunos do campus como qualquer outro”. Esse sentimento de pertencimento estava estampado nas camisetas que cada polo confeccionou para a visita.

Essa sensação também se manifestou na forma de entusiasmo pelas atividades e por tudo que os alunos e alunas conheciam no campus. “Vivenciando um pouco mais na prática, a gente pode adquirir um conhecimento até mais amplo. Eu sempre tive afinidade com avicultura, então, agora a pouco, a gente passou pelo galpão e tivemos uma excelente aula. Tiramos algumas dúvidas e são coisas bem básicas, mas que, pegando aquilo, podemos levar adiante para a nossa vida”, comentou o estudante Aquiles Batista Sousa, do município polo de Matinha.

Para o estudante Leônidas Almeida, do município polo de Palmeirândia, a experiência de todo o curso tem sido transformadora. “Hoje, sou produtor rural, mas essa bagagem que a gente está adquirindo aqui, tanto para prestar serviços para terceiros, como para nós mesmos, será muito importante. Isso será transformador para toda a região da Baixada”, afirmou. É esse o objetivo do campus ao expandir a proposta de educação a distância. “Fazemos isso porque entendemos que é uma ação importante para o desenvolvimento do nosso Estado. É uma forma de chegar às pessoas que não têm oportunidades de fazer o curso técnico de outra forma. A educação a distância nos permite chegar a lugares em que as pessoas não teriam acesso ao curso técnico em Agropecuária”, ressaltou Lucimeire.

Equipe de gestão do IFMA com alunos e alunas dos polos de Cururupu, Palmeirândia e Matinha

Ampliação da EaD

De acordo com o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Carlos César, essa estratégia desse ser ampliada. “Diuturnamente, recebemos vários prefeitos, várias demandas, pedindo que o instituto esteja presente nesses bolsões do Maranhão. Não temos como instalar unidades presenciais nos 217 municípios, mas temos uma forma que é a educação a distância. Estamos com vontade de amplificar mais essa modalidade de ensino. O campus maracanã é muito audacioso nesse projeto e se destaca, pela sensibilidade e a perspicácia de fazer a ampliação da educação a distância fora de programas”, frisou.

O diretor executivo do IFMA, Agenor Almeida Filho, que estava em exercício da Reitoria na atividade de boas vindas às turmas, destacou a importância de boas parcerias. “Se não tivermos bons parceiros, a coisa não rola; não vai dar liga. O Instituto Federal do Maranhão está de portas abertas. A gente vem se organizando, progressivamente, buscando o cumprimento de metas estabelecidas pelo Ministério da Educação, sempre valorizando o estudante que está na base e que pode, pela inserção no mundo do trabalho, modificar para melhor sua vida e a vida das pessoas”, disse.

Nas visitas às unidades educacionais de produção, os alunos e alunas foram acompanhados pelos professores José Zenóbio de Souza, Cutrim Júnior e pelos técnicos Anísio Pinheiro, José Rodrigues e Gilvandro Veras. O veterinário Diogo Serra falou sobre a relação entre animais e saúde. Participaram das boas vindas o diretor de Desenvolvimento Educacional, Jeovani Machado; a coordenadora de Programas e Projetos, Jandira Pereira; o chefe do Departamento de Assuntos Estudantis, Arnaldo Cunha; e a coordenadora dos cursos de EaD, Livia Praseres.

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